"O alheamento do sentir não consiste em delegar noutros o que deveríamos ser nós a sentir e muito menos na hipótese de algum modelo respeitável nos vir ensinar o modo como devemos sentir. Se se tratasse simplesmente de um mandar sentir, a estrutura deste não seria alterada: a delegação poderia ser revogada em qualquer momento e nós poderíamos voltar a sentir de modo directo. Na realidade, hoje ninguém parece disposto a delegar a experiência do já sentido noutros: ninguém quer se excluído da experiência do já sentido!" PERNIOLA, Trad. Guerreiro, Do sentir, Lisboa: Editoral Presença, 1993, p.23
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