quinta-feira, 10 de novembro de 2011

 "Clínicos, lidamos com demandas do sofrer, e assim nos perguntamos: quanto de angústia e dor comporta essa invenção permanente de si, num contexto em que a rapidez das desterritorializações impostas, nos obriga a uma premência de inventar territórios, mínimos pedaços de terra onde habitar, sem que tenhamos o tempo de gestar e parir novas formas de vida, a partir de nosso processo vital que vai se fazendo nos encontros? Quanto custa para cada um, manter-se nessa margem/limite de nós mesmos?" Elizabeth Lima e Luis Aragon

(Agenciamento Coletivo de clínica: conceitos se fazendo nos encontros / Livro: Subjetividade Contemporânea: desafios teóricos e metodológicos, 2010) 

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